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(0xx11) 33 Serasa

Estudos de Inadimplência
Serasa registra recorde de pessoas que regularizaram pendências no 1º semestre de 2003
31/07/2003

Pesquisa da Serasa aponta ainda que também foi recorde o número de pessoas físicas e jurídicas atendidas no Serviço Gratuito de Orientação ao Cidadão da Serasa

Um levantamento nacional da Serasa, maior empresa do Brasil em informações e análises econômico-financeiras para apoiar decisões de crédito e negócios e referência mundial no segmento, revela que no primeiro semestre de 2003 houve um crescimento recorde do número de regularizações de pendências de pessoas físicas e jurídicas, comparado com o mesmo período de 2002.

O número de registros de pendências financeiras que foram resolvidas de janeiro a junho de 2003 é 71% do número de novas pendências incluídas no mesmo período. No primeiro semestre de 2002, esse percentual foi de 45%. A Serasa tem hoje cerca de 23 milhões de pessoas físicas e jurídicas com anotações de não pagamento (como por exemplo cheques sem fundos e títulos protestados, entre outros) em seu banco de dados.

A pesquisa também revelou recorde no número de pessoas atendidas no Serviço Gratuito de Orientação ao Cidadão da Serasa, apesar da inadimplência ter evoluído no período. Foram atendidas 801.214 mil pessoas, o maior número já registrado pela empresa, na comparação semestral.

Segundo o estudo, o número de pessoas atendidas nos primeiros seis meses do ano é 26,5% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, que tem a segunda maior marca, 633. 448 mil pessoas atendidas.

Segundo a Serasa, dois fatores explicam o recorde de pessoas atendidas no Serviço Gratuito de Orientação ao Cidadão da Serasa em 2003. O primeiro é o próprio aumento da inadimplência, causada por fatores conjunturais - como o desemprego, elevadas taxas de juros e queda da renda – além da inadequada concessão de crédito por alguns concedentes.

A segunda razão se refere à maior regularização de pendências financeiras (baixas de anotações) por parte do consumidor, que procura renegociar suas dívidas junto aos credores ao mesmo tempo em que está mais cuidadoso em assumir novos compromissos. Segundo a Serasa, a conjuntura econômica promove a retração do consumidor que prioriza o acerto de suas dívidas e busca não acumular dívidas, como já aconteceu em passado recente.

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